O QUE ACHAMOS DE :: O REI ARTHUR


O Rei Arthur poderia ser mais um filme da então famosa lenda, assim como outras versões já produzidas, que nos faz ter percepções cada vez mais distintas do tema, mas ele consegue ser muito melhor que qualquer um já produzido. Com um pouco mais de duas horas de filme, ele não se torna cansativo em nenhum momento te prendendo a atenção e fazendo querer voltar e rever depois.

Guy Ritchie, o então diretor conhecido também por filmes como O Agente da U.N.C.L.E. e Sherlock Holmes consegue nos trazer um novo filme da então aclamada lenda do Rei Arthur com uma nova roupagem, totalmente diferente e inovador. Entramos em um mundo de fantasia, com dragões e elefantes gigantes, sendo quase uma mistura de O Senhor dos Anéis com Game Of Thrones. Ao que parece ele teve muito dinheiro a disposição e quis usar todos os recursos disponíveis para tornar a lenda legendária.

Quando o filme começa, vemos um garoto que foi testemunha do assassinato do pai por meio do maldoso tio Vortigern. Arthur consegue se esconder e é criado por prostitutas em Londres onde aprende a lutar e se defender de várias maneiras. Um dia ele é forçado junto com outros homens do reino a tirar a mística espada de uma pedra e quando ele a toca somos introduzidos por uma mágica trilha sonora com muitos barulhos e então todos veem que ele é o Rei, a Excalibur é dele e agora será a vez dele comandar todo o reino. Vortigern não fica nem um pouco feliz com o que vê e faz de tudo, usando até magia negra para continuar dominando tudo.

Charlie Hunnam nos faz rir com seu ar sarcástico e descontraído, suas cenas de lutas magistrais o torna fantástico.
Jude Law consegue nos fazer sentir ódio pelo personagem, fazendo coisas que digamos até Deus duvida, para simplesmente se manter na coroa do reino. Suas feições, um vilão nato com extrema versatilidade que não quer poupar nem a família para se manter na posição.
Pra quem é fissurado (a) no craque inglês David Beckham e está indo somente para ver o galã do futebol, adiantamos que ele é um mero figurante que aparece em singelos 20 segundos e que logo você irá esquecer que o mesmo estava dando sua ilustre presença na telona.

A trilha sonora é de arrepiar a espinha, você sai da sala de cinema totalmente envolvido por cada música e timbre que acabou de ouvir e já sai procurando um modo de poder ouvir ao alto e bom som em seu fone de ouvido. Aquilo te contagia e caiu perfeitamente em todas as cenas.

Nota: 9/10
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About Dani Baquette

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